Archive for the ‘Língua Portuguesa Internacional’ Category

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Vietname: 10º aniversário do Departamento de Português da Universidade de Hanói

In Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 29 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal)
27 de outubro de 2014

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Conferências, concursos, cinema, música e gastronomia integram o programa do 10º aniversário do Departamento de Português da Universidade de Hanói, no Vietname (ou Vietnã). As comemorações estão integradas na Semana Cultural dos Países da CPLP, de 27 a 31 de outubro de 2014.

As atividades comemorativas deste 10º aniversário contemplam um espetáculo de variedades intitulado Ecos da Língua Portuguesa, a 31 de outubro, das 19 às 22 horas.

A 27 de outubro, realiza-se um concurso de gastronomia, com pratos confecionados pelos estudantes do Departamento.

A Mostra de Cinema Lusofalante decorre nos dias 27 e 28 de outubro, das 17 às 19 horas.

“O Português na Ásia e no Vietname” é o tema de uma Conferência Internacional que ocupa a manhã do dia 29. Já no período da tarde, terá lugar uma conferência científica sobre a “Aplicação de Tecnologia Digital no Ensino de Língua Estrangeira”.

O Departamento de Português da Universidade de Hanói, capital do Vietname, insere-se na Rede EPE (Ensino de Português no Estrangeiro) do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.  :::

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Clique aqui para aceder ao ficheiro PDF com as atividades comemorativas do 10º aniversário do Departamento de Português da Universidade de Hanói, Vietname.

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) ––

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Austrália: II Encontro Anual de Professores de Português, em Sydney

In Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 28 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal)
27 de outubro de 2014

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O II Encontro Anual de Professores na Austrália vai realizar-se no dia 8 de novembro, com início às 15 horas, no Consulado Geral da República Portuguesa em Sydney. O evento é organizado pela Coordenação do Ensino de Português na Austrália (CEPE-AU) do Camões, IP.

O evento reunirá professores de Português dos diferentes níveis de ensino e de vários estados da Austrália como Nova Gales do Sul (com sede em Sydney), Território da Capital da Austrália (com sede em Camberra) e Território da Austrália Meridional (com sede em Adelaide).

Da agenda de trabalho, consta a intervenção da cônsul geral da República Portuguesa em Sydney, Sofia Batalha; da coordenadora do Camões na Austrália, Susana Teixeira Pinto. e de alguns dos professores convidados.

As presenças deverão ser confirmadas até ao próximo dia 30 de outubro.  :::

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) ––

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O colóquio sobre Língua Portuguesa, multilinguismo e novas tecnologias em Belo Horizonte, Brasil

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 24 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , , , , ,

Do IILP – Instituto Internacional da Língua Portuguesa

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Nos dias 15 e 16 de outubro, foi realizado o Colóquio Internacional Língua Portuguesa, o Multilinguismo e as Novas Tecnologias das Línguas no Século XXI, realizado no Câmpus II do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), em Belo Horizonte.

O colóquio, que reuniu especialistas no debate sobre diversidade linguística, novas tecnologias para as línguas e políticas de multilinguismo, foi organizado pelo CEFET-MG e pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

–– Multilinguismo na Rússia e nos países de Língua Portuguesa ––
Após a breve abertura, o vice-presidente do Comitê Informação para Todos da UNESCO na Rússia, Evgeny Kuzmin, deu início à primeira conferência do evento, intitulada “A Diversidade e as Novas Tecnologias no Quadro das Grandes Negociações Globais sobre as Línguas”.

Por meio de tradução simultânea do russo para o português, sobre os projetos da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em relação à defesa e promoção das línguas e sobre o multilinguismo na Federação Russa, onde há 142 milhões de habitantes falando 180 línguas.

O responsável do órgão das Nações Unidas citou também a Declaração de Yakutsk sobre a Diversidade Linguística e Cultural no Ciberespaço elaborada neste ano.

O antigo diretor-executivo do IILP, o linguista brasileiro Gilvan Müller de Oliveira apresentou palestra sobre a diversidade linguística nos nove países lusófonos. E distinguiu multilinguismo de plurilinguismo: “Multilinguismo é só o fato de haver muitas línguas em um território; já plurilinguismo é tomar partido dessa diversidade linguística no sentido de preservar e difundir essa pluralidade de línguas.”

Gilvan Müller ressaltou a importância de se cumprir as recomendações da Carta de Maputo e dos Planos de Ação de Brasília e de Lisboa em prol da Língua Portuguesa. Por fim, o professor fez referência ao Inventário Nacional da Diversidade Linguística criado por decreto do Governo brasileiro de 2010 e defendeu o trabalho para se elaborar um mapa linguístico do Brasil.

–– Tratamento digital das línguas e Atlas Linguístico da CPLP ––
O professor Cláudio Menezes, da Universidade de Brasília, defendeu em sua palestra o mais aprimorado tratamento das línguas nos meios digitais e na Internet. Tal defesa vai ao encontro das diretrizes para a Língua Portuguesa como expressão científica e de tecnologia de ponta, defendidas pelo Plano de Ação de Lisboa sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial.

A professora Rosângela Morello – coordenadora-geral do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), com sede em Florianópolis – foi além na defesa da Carta de Maputo e lançou em sua palestra a sugestão para se fazer um Atlas Linguístico do espaço da CPLP, a ser disponibilizado gratuitamente nos meios digitais.

–– Os projetos do IILP e o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo ––
No segundo dia do colóquio em Belo Horizonte, o IILP apresentou seus dois projetos de gestão pluricêntrica da Língua Portuguesa nos meios digitais. O professor Carlos Alberto Faraco, da Comissão Nacional do Brasil no IILP, apresentou o Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (VOC). E a diretora-executiva do IILP, Marisa Mendonça, apresentou o Portal do Professor de Português Língua Estrangeira (PPPLE).

O diretor do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, Antônio Sartini, apresentou a instituição que utiliza a tecnologia digital para falar sobre a história da Língua Portuguesa a seus visitantes das exposições. E mencionou o projeto para a criação da plataforma Estação Educativa, a ser lançada no final de outubro.

O presidente do Conselho Científico do IILP, Raul Calane, falou em sua palestra sobre a Revista Platô – a publicação oficial do instituto ligado à CPLP e sediado na Praia, em Cabo Verde –, de periodicidade semestral e que já tem cinco números publicados.

–– O Ensino do Português no Timor-Leste ––
Por fim, o presidente da Comissão Nacional do Timor-Leste no IILP, Benjamim Corte-Real, abordou em sua palestra sobre as dinâmicas das línguas no país do sudeste da Ásia e os investimentos em novas metodologias de ensino para a promoção e popularização da Língua Portuguesa.

Benjamin Corte-Real ressaltou a importância do papel estratégico do português para Timor-Leste, nos âmbitos da educação, dos negócios e da partilha de tecnologias.

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• Colóquio Internacional Língua Portuguesa, o Multilinguismo e as Novas Tecnologias das Línguas no Século XXI – 15 e 16 de outubro de 2014 – Belo Horizonte, Brasil.
<http://seminarionovastecnologiasdaslinguas.wordpress.com/>

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–– Extraído do IILP – Instituto Internacional da Língua Portuguesa ––

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Exposição fotográfica sobre autores que escrevem Macau em Português

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 21 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , ,

Da Agência Lusa
20 de outubro de 2014

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O fotógrafo António Mil-Homens inaugura na terça-feira, 21 de outubro de 2014, em Macau, na China, a mostra artística de imagens Escrever Macau em Português – Exposição de Retratos. A exposição contém retratos de 34 autores de Língua Portuguesa “vivos, com obra publicada, que escrevam textos sobre Macau ou que tomem a cidade como cenário”.

A iniciativa da exposição fotográfica é do Instituto Cultural do Governo da Região Administrativa Especial de Macau, em cooperação com a Casa de Portugal em Macau. Os retratos são quase todos da autoria de António Mil-Homens, que se encontrou com os escritores em Macau e em Portugal.

Da lista de escritores retratados constam também nomes como Agustina Bessa-Luís, Altino do Tojal, Alice Vieira, Ana Maria Amaro, Ana Paula Laborinho, António Graça de Abreu, Carlos Frota, Carlos Marreiros, Cecília Jorge, Eduardo Ribeiro, Fernando Sales Lopes, Isabel Alçada, Jorge Rangel, José Jorge Letria, Miguel de Senna Fernandes, Rogério Beltrão Coelho, Rui Rocha e Tereza Sena.

À Agência Lusa, o fotógrafo descreveu a experiência como “muito gratificante”, pois permitiu “o contacto com pessoas muito interessantes”. Foi o caso de Altino do Tojal, com quem ficou “várias horas à conversa”.

Os retratos vão estar acompanhados de excertos da obra dos autores, tendo também sido criado um catálogo com notas biográficas. A mostra tem lugar no Edifício do Antigo Tribunal, localizado na Avenida da Praia Grande, em Macau, no sul da China e vai até ao dia 23 de novembro de 2014.  :::

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–– Extraído da Agência Lusa ––

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O legado de Gilvan Müller de Oliveira no IILP – Carlos Alberto Faraco

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 18 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , , ,

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–– O Instituto Internacional da Língua Portuguesa ––

Carlos Alberto Faraco
do jornal Folha de S. Paulo (São Paulo, Brasil)
14 de julho de 2014

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O português é uma Língua em franca expansão no cenário internacional: vem crescendo o número de seus falantes como primeira e segunda Língua e como Língua estrangeira.

Não podemos dormir no ponto: essa conjuntura favorável está a exigir políticas mais articuladas e investimentos mais consistentes na promoção da nossa Língua.

O Brasil não está ausente dessa promoção. Temos um bom exame de proficiência (o Celpe-Bras) e o Itamaraty mantém no exterior uma rede de Centros de Estudos e de leitorados universitários. Não temos tido, porém, condições de atender à crescente demanda porque nos falta um orçamento melhor.

Para continuar a conquistar espaço, o português precisa também de iniciativas conjuntas dos países que o tem como Língua oficial. O instrumento para essas ações multilaterais é o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), órgão da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O IILP foi criado em 1989 na primeira reunião dos chefes de Estado de todos os países que adotam o português como Língua oficial. É hoje o fórum para a gestão compartilhada de todos os aspectos da Língua que sejam do interesse conjunto desses países.

Em 2010 e 2013, a CPLP realizou Conferências Internacionais sobre o Futuro da Língua. Delas emergiram dois Planos de Ação que orientam a sua promoção multilateral, estimulando seu ensino, sua presença nos organismos internacionais, na Internet e nas atividades científicas; e difundindo a produção criativa em português.

Cabe ao IILP a tarefa de fomentar a realização dessas metas. Viveu, infelizmente, durante vinte anos em estado falimentar. Só em 2010, no Plano de Ação de Brasília, foram dados passos efetivos para consolidá-lo.

A atual direção do Instituto –(*)–, apesar de continuar a sofrer com problemas financeiros (o Brasil, por exemplo, está com três anuidades atrasadas), conseguiu estimular a criação das Comissões Nacionais em todos os países da CPLP e pôde igualmente viabilizar metas que lhe foram atribuídas na I Conferência.

Destas, vale mencionar a construção do Portal do Professor de Português Língua Estrangeira, plataforma virtual que oferecerá gratuitamente aos professores recursos didáticos produzidos por equipes de cada um dos países da CPLP. O projeto incorpora assim a diversidade do português sem descurar de sua unidade.

A maior iniciativa da atual direção do IILP é o Vocabulário Ortográfico Comum (VOC) previsto no Acordo Ortográfico de 1990. Para sua execução, o IILP assinou um convênio técnico com o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC) da Universidade de Lisboa e com a Universidade Federal de São Carlos. E constituiu uma equipe de consultores com especialistas dos países da CPLP. O projeto já recebeu apoio financeiro do governo de Angola e do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal).

O VOC já conseguiu, pela primeira vez na história da Língua, unir numa só plataforma todas as bases léxico-ortográficas portuguesas e brasileiras. Só isso é um magno acontecimento. Há, contudo, mais: o projeto está promovendo a elaboração de Vocabulários Ortográficos Nacionais onde não havia. O de Moçambique e o de Timor-Leste estão prontos; e os demais em andamento.

Com o VOC, teremos à disposição não só uma referência comum e segura da ortografia, mas também novos acervos lexicais que permitirão enriquecer os dicionários da Língua.

A gestão da ortografia é apenas uma das muitas tarefas que cabem ao IILP. Sua consolidação, meta hoje claramente assumida pela CPLP, contribuirá significativamente para garantir o futuro do português no cenário mundial.  :::

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FARACO, Carlos Alberto. O Instituto Internacional da Língua Portuguesa.
Extraído do jornal Folha de S. Paulo – São Paulo, Brasil.
Publicado em: 14 jul. 2014.

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A marca positiva de Gilvan Müller de Oliveira, rumo à Língua Portuguesa Internacional

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 17 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , , ,

Baseado em reportagem do jornal Expresso das Ilhas (Praia, Cabo Verde)

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O antigo diretor do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), o linguista brasileiro Gilvan Müller de Oliveira, despediu-se do comando do órgão ligado à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no dia 3 de outubro de 2014.

Em declarações ao jornal Expresso das Ilhas (da Praia, capital de Cabo Verde) realizadas no final de setembro de 2014, Gilvan Müller assegurou deixar a Direção-Executiva do IILP com um sentimento de satisfação pelos resultados que “pudemos alcançar nos últimos quatro anos”.

Sua gestão à frente do IILP ficou marcada pela preocupação de criar instrumentos de difusão do Ensino da Língua Portuguesa com o uso das novas tecnologias, e também pela gestão policêntrica e de ação conjunta das políticas para a Língua Portuguesa, restaurando-lhe o verdadeiro caráter internacional.

Entre 2010 e 2013, houve duas Conferências Internacionais sobre o Futuro da Língua Portuguesa que deram origem cada uma ao Plano de Ação de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projeção da Língua Portuguesa, voltado à divulgação internacional e conjunta da Língua, e ao Plano de Ação de Lisboa sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial, dedicado a políticas para a promoção do português como Língua para a ciência e as tecnologias de ponta.

Merecem destaque na gestão de Gilvan Müller os dois projetos para uso na Internet “realizados sob orientação do Plano de Ação de Brasília”, formulado em 2010. Trata-se do Portal do Professor de Português Língua Estrangeira (PPPLE) e do Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (VOC).

Quanto ao PPPLE, Gilvan Müller declarou que a sua concretização deixou disponíveis na Rede “400 unidades didáticas de Angola, Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste e que criou uma série de parcerias importantes para o IILP”. E quanto ao VOC, Gilvan Müller destacou que ele “hoje integra seis Vocabulários Ortográficos Nacionais: Cabo Verde, Moçambique, Brasil, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste”. E graças ao VOC, diversos países da Lusofonia compilaram pela primeira vez o seu conjunto ortográfico de palavras da Língua Portuguesa.

Além destes dois projetos, Gilvan Müller citou também o lançamento da revista Platô, na qual já há mais de 50 textos publicados e “que já tem seis números disponíveis na Internet”.

Apesar das dificuldades financeiras (sobretudo causadas pela omissão do financiamento do Brasil), o IILP cumpriu com os objetivos de lançar plataformas para o ensino e a divulgação da Língua Portuguesa e de criar as Comissões Nacionais dos países-membros da CPLP. E cabem méritos quanto à difusão e aplicação na maior parte do mundo lusófono do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990.

Gilvan Müller de Oliveira foi sucedido pela linguista moçambicana Marisa Mendonça. Ele descreveu-a como uma “pessoa que esteve integrada no Portal do Professor de Português Língua Estrangeira/Língua Não Materna, e que tem um conhecimento profundo e intimo dos projetos do IILP”.  :::

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–– Com base em reportagem do jornal Expresso das Ilhas (Praia, Cabo Verde) ––

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Um “passo de gigante” nas relações Portugal-China – e no Ensino de Português na China

In Língua Portuguesa Internacional,Lusofonia e Diversidade on 17 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , ,

Da Agência Lusa
8 de outubro de 2014

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Nos dias 8 e 9 de outubro, realizou-se em Lisboa e em Cascais o Colóquio Portugal-China: 35 Anos de Cooperação e Potencialidades Futuras, organizado pelo Observatório da China.

O Colóquio Portugal-China: 35 Anos de Cooperação e Potencialidades Futuras foi realizado no dia 8 de outubro na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, e contou com a presença do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, da República Portuguesa, Luís Campos Ferreira; do embaixador da China em Portugal, Huang Songfu.

A cultura e os laços diplomáticos e a Lusofonia foram os temas dos painéis no dia inicial de trabalhos. E houve no segundo dia, na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, debate com os temas “Os Novos Caminhos do Conhecimento e da Aprendizagem nos Negócios” e “O Mar e Potencialidades Futuras”.

–– “Deu-se um passo de gigante” ––
Trinta e cinco anos depois do estabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a China, “o estado atual do relacionamento está em franco crescimento”, considerou o presidente do Observatório da China, Rui D’Ávila Lourido.

“Nos últimos anos, deu-se um passo de gigante, com o aprofundamento em várias áreas e protocolos, como saúde, proteção recíproca de investimentos, comunicações, tecnologia e ensino na Língua Portuguesa”, afirmou.

Para o responsável, assiste-se hoje “a uma consubstanciação do acordo de parceria estratégica entre a China e Portugal”, celebrado em 2005. “Portugal tem aproveitado bem. A nossa balança de pagamentos para com a China é positiva e é um apoio à nossa economia, porque exportamos bastante mais do que importamos”, referiu.

–– Língua Portuguesa ensinada em 22 universidades chinesas ––
Um dos exemplos do bom relacionamento é o interesse dos chineses na aprendizagem da Língua Portuguesa.

“A nível global, a China é o país onde o português, enquanto Língua estrangeira, tem maior expansão”, referiu o responsável do Observatório, exemplificando que há cinco anos existiam “de três a cinco universidades” a oferecer aulas de português, quando atualmente há 22, estando prevista a abertura de cursos em mais oito instituições nos próximos cinco anos.

Isto, acrescentou, “demonstra o interesse da China no mercado lusófono, onde se destacam Brasil, Angola, Moçambique e Portugal”.  :::

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–– Extraído da Agência Lusa ––

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