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Língua Portuguesa integrada ao ensino oficial nas escolas da Itália

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional on 21 de Dezembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) e da Embaixada da República Portuguesa em Roma (Itália)

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A partir do ano letivo de 2015-2016, a Língua Portuguesa estará integrada aos planos curriculares oficiais das escolas italianas. Duas universidades da Itália estão a organizar o processo de seleção destinado a preparar duas dezenas de professores para o ensino de Português Língua Estrangeira no país.

Através dos exames locais, em que são avaliadas as habilidades de comunicação escrita e oral em Língua Portuguesa, 20 futuros professores de português estarão integrados nos quadros escolares.

Os selecionados frequentarão um curso com disciplinas específicas para o ensino escolar da Língua Portuguesa.

–– Processo regionalizado de seleção de professores ––
A seleção e a formação dos novos professores de Língua Portuguesa estão a cargo da Libera Università degli Studi Internazionali, de Roma, e da Universidade Ca’ Foscari, de Veneza.

Cada uma das universidades cuidará da formação de 10 professores aprovados pela seleção, cujo processo é regionalizado. A universidade romana selecionará professores das regiões do Centro-Sul da Itália, e a instituição veneziana escolherá e treinará professores do Norte do país.

A integração do ensino de Língua Portuguesa ao currículo do ensino na Itália foi fixada pelo Decreto nº. 312, do Ministério da Instrução, da Universidade e da Pesquisa, da República Italiana, lançado em 16 de maio de 2014.

A prova preliminar de seleção nacional foi feita no mês de julho de 2014, com perguntas de escolha múltipla, que podem ser consultadas neste ficheiro descarregável do Ministério da Instrução, da Universidade e da Pesquisa, do governo italiano. Foram aprovadas no teste 13 pessoas em Roma e nove em Veneza.

Com esta iniciativa, “será possível ao Ministério da Educação italiano proceder à abertura de disciplinas desta área nos vários institutos escolares, catalisando a disseminação da Língua Portuguesa em Itália e legitimando a sua importância como Língua estrangeira no ensino italiano”, afirma um comunicado do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.  :::

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) e da Embaixada da República Portuguesa em Roma (Itália) ––

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República Checa: Centro de Língua Portuguesa de Praga comemora 10º aniversário

In Língua Portuguesa Internacional,O Mundo de Língua Portuguesa on 4 de Dezembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal)
2 de dezembro de 2014

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O Centro de Língua Portuguesa do Camões, I.P. em Praga celebrou o seu 10º aniversário com uma cerimónia que reuniu os embaixadores de Portugal e do Brasil na República Checa, bem como a responsável do Departamento de Estudos Luso-Brasileiros da Universidade Carolina de Praga, professora Sarka Grauová, e ainda lusitanistas, alunos e utentes em geral.

No evento, realizado a 27 de novembro de 2014, os embaixadores de Portugal e do Brasil sublinharam nos seus discursos o serviço deste Centro no apoio à divulgação e promoção da Língua Portuguesa na República Checa. A celebração contou com a atuação do Coral da Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo que interpretou, entre outras, peças de Fernando Lopes-Graça (1906-1994) e poemas musicados de Florbela Espanca (1894-1930).

O Centro de Língua Portuguesa (CLP) em Praga atua em três eixos: ação cultural externa, em articulação com a Embaixada da República Portuguesa, representação do Camões, I.P. em organismos internacionais com responsabilidades culturais – caso do grupo EUNIC em Praga (a rede dos Institutos Nacionais para a Cultura da União Europeia) – e promoção da Língua Portuguesa, materializada na oferta de aulas e seminários para o público em geral, bem como na dinamização de um centro de recursos composto por biblioteca, audioteca e videoteca.

Nesta última área de intervenção, o CLP do Camões em Praga presta ainda apoio pedagógico e didático a oito escolas e universidades checas onde a Língua Portuguesa está presente. E também participa ou coorganiza eventos especializados, de que se destacam a Feira Internacional do Livro de Praga, o Prémio Ibero-Americano de trabalhos académicos ou o Prémio “Hieronymitae Pragenses” de tradução literária, dirigido a jovens tradutores de obras em Língua Portuguesa.

Desde 2012, este CLP tutela também a atividade educativa da Escolinha Camões – Escolinha Portuguesa de Praga, que oferece atividades pedagógicas e didáticas em Língua Portuguesa a crianças entre os 2 e os 7 anos de idade.  :::

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) ––

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Leia também:
República Checa: “ponto de situação” sobre o Ensino do Português – 27 de outubro de 2012
Sociedade Checa de Língua Portuguesa em Praga – 05 de julho de 2012

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A preocupante questão da proibição da Língua Portuguesa nas escolas do Luxemburgo

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional,Lusofonia e Diversidade on 30 de Novembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , ,

Da Agência Lusa, do jornal Diário de Notícias (Lisboa, Portugal) e da rede TVI (Portugal)

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Um assunto relativo à Língua Portuguesa tem causado preocupações às comunidades lusófonas de um pequeno país da Europa Central caracterizado justamente por sua diversidade linguística.

Creches e ateliês de tempos livres (ATL) públicos no Luxemburgo estão a punir crianças que falarem em Língua Portuguesa, e a decisão se estende aos funcionários imigrantes no país.

“Foi-nos dito que não podíamos falar português com os miúdos e que eles também não podiam falar português entre eles: é uma regra da casa”, disse uma funcionária portuguesa de um estabelecimento público em Esch-sur-Alzette, que inclui uma creche.

As línguas autorizadas neste ATL onde meninos, com idade entre três meses e 12 anos, passam entre “quatro a seis horas por dia”, fora do horário escolar, são apenas as três oficiais do país: francês, alemão e luxemburguês. Elas estão indicadas em um painel “feito em conjunto” com as crianças no início do ano.

“Na creche, as educadoras são um pouco mais flexíveis, mas a proibição existe na mesma”, relatou a funcionária portuguesa. E ela frisou que, apesar de o Luxemburgo ter três línguas oficiais, “há uma exigência de falar luxemburguês em primeiro lugar”.

Para garantir o cumprimento da proibição, o ATL adotou um sistema próprio de castigos aos meninos. “Há o castigo de os separar” para “não poderem falar entre eles, ou o isolamento numa mesa em frente ao escritório” dos funcionários, explica a funcionária. E, nas saídas de grupo, pode chegar até a imobilização forçada. “A criança [que falou em português] tem de se sentar ou ficar quieta durante cinco minutos.”

No ATL de Esch-sur-Alzette, há apenas dois meninos luxemburgueses: os restantes, cerca de meia centena, são portugueses ou cabo-verdianos, e os castigos são aplicados “diariamente”, garante a funcionária.

“Eu própria falo português com as crianças, mas um bocadinho às escondidas, porque às vezes é mais fácil para elas comunicarem e porque precisam de afeto. E é mais fácil transmitir esse carinho na Língua que elas compreendem”, confessa a funcionária. “Eles vêm-me perguntar: ‘Posso-te dizer em português, porque não sei em luxemburguês?’, e eu digo que sim, ‘mas baixinho'”.

–– Criança punida por falar em português na rua ––
Em Rodange, também no sul do país, há também a interdição nos infantários do jardim de infância e na escola primária, disse à Lusa Manuel Santos, que vive no Luxemburgo há quase 12 anos e tem um filho de sete anos. “No infantário era a mesma coisa, nem nós pudemos falar em português com as empregadas, que são portuguesas, e as crianças também não.”

Em outubro, uma criança foi castigada com trabalhos de casa suplementares por ter falado em português com um colega. O incidente ocorreu durante uma visita da turma do 2º ano da escola primária de Rodange à capital – a Cidade do Luxemburgo –, para ver um concerto de música clássica.

“Falou na rua. Não foi na sala de aulas”, queixa-se o pai. “Achei uma injustiça numa classe em que são quase todos portugueses. É normal que falem a Língua dos pais, e só não reclamei porque tenho quase a certeza que o miúdo ia ser prejudicado”, diz Manuel Santos.

–– Há discriminação a quem fala português? ––
Em julho, o ministro da Educação do Luxemburgo, Claude Meisch, anunciou em entrevista ao jornal L’Essentiel, a intenção de criar creches gratuitas bilingues (em francês e luxemburguês). O objetivo, segundo ele, é evitar que “as crianças de origem portuguesa, francesa ou servo-croata frequentem creches privadas onde o pessoal só fala francês”, de modo a que aprendam também o luxemburguês – um dialeto germânico local reconhecido como idioma oficial do país em 1984.

O presidente da Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (CCPL), José Coimbra de Matos, garantiu à Agência Lusa que os casos não são únicos no Luxemburgo, e confirmou que há mesmo creches em que a Língua Portuguesa é proibida. “Pessoas que trabalham em creches públicas informaram-nos que as crianças são punidas se forem apanhadas a falar português”, contou ele à Lusa, dizendo que a medida discrimina sobretudo a comunidade portuguesa. O presidente da CCPL questionou: “Será que os que falam inglês ou italiano têm o mesmo tratamento?”

–– “Dois pesos e duas medidas” do Governo luxemburguês ––
Em postagem de seu perfil no Facebook, a ministra da Família e da Integração do Luxemburgo, Corinne Cahen, defendeu a promoção da aprendizagem de várias línguas “desde o ensino precoce”.

No dia seguinte, em comentário à postagem da ministra, uma mãe disse que temia que “o tiro saísse pela culatra”, e acrescentou: “Na turma do sétimo ano da minha filha, 14 dos 20 alunos são portugueses, e o diretor de turma decidiu que não podem falar português nas aulas, mas que o luxemburguês é obrigatório”. A ministra, porém, respondeu ao comentário, dizendo: “Decisão acertada do diretor de turma”.

Para o presidente da CCPL, o comentário da ministra mostra que há “dois pesos e duas medidas” na política do Executivo luxemburguês.

“O próprio Ministério da Educação do Luxemburgo diz que é importante valorizar a Língua materna e quis que o português fosse incluído no boletim escolar, e agora surge este caso que, ainda por cima, é aprovado por alguém com responsabilidades no Governo”, lamentou o dirigente associativo.

A postagem na página do Facebook da ministra da Família, a que a Agência Lusa teve acesso, foi entretanto apagada. A Agência Lusa tentou ouvir a ministra sobre este caso, mas fonte do seu gabinete informou na ocasião que Corinne Cahen estava fora do país.

A Agência Lusa questionou também a autora do comentário na rede social que denunciou o caso da proibição de falar português, mas a mãe da aluna do 7° ano (o primeiro ano do Ensino Secundário no Luxemburgo) recusou revelar em que liceu o caso se passou ou prestar declarações.

–– Diplomacia portuguesa expressa preocupação ––
Também em postagem no Facebook feita no início de novembro, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa declarou ter diligenciado “junto do Ministério da Educação do Luxemburgo, no sentido de esclarecer a existência de normas que pretensamente proibissem a utilização da Língua Portuguesa nas creches e escolas daquele país”.

De acordo com a diplomacia portuguesa, as autoridades do Luxemburgo reiteraram “a política de diversidade linguística em vigor no sistema educativo público daquele país, incluindo o ensino da Língua Portuguesa”. Elas também asseguraram que “o recurso à Língua materna dos alunos continua […] a ser incentivado como elemento de integração e facilitador de aprendizagem”.

A chancelaria portuguesa prometeu que continuaria a acompanhar o caso, bem como pretende informar-se sobre o assunto das escolas através da embaixada de Portugal no Luxemburgo.

–– Grande presença lusófona no Grão-Ducado ––
No Luxemburgo há cerca de 100 mil portugueses e emigrantes de outros países lusófonos, que representam cerca de 20% da população no país.

Segundo dados do Ministério da Educação do Luxemburgo, o português é a segunda Língua materna mais falada nas escolas do país, com 28,9% de falantes, a seguir ao luxemburguês, com 39,8%, mas à frente dos outros dois idiomas oficiais do Grão-Ducado, francês (11,9% de falantes) e alemão (2%).

Os alunos lusodescendentes representam mais de vinte por cento dos estudantes em todos os níveis de ensino no país – uma percentagem que no Ensino Secundário técnico ronda os 28%, segundo dados do Ministério da Educação de 2012/2013.  :::

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–– Extraído da Agência Lusa, do jornal Diário de Notícias (Lisboa, Portugal) e da rede TVI (Portugal) ––

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Seleção de estudantes brasileiros para Ensino de Língua Portuguesa na França

In Defesa da Língua Portuguesa,Língua Portuguesa Internacional on 22 de Novembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , ,

Do CIEP – Centro Internacional de Estudos Pedagógicos (Paris, França)
20 de novembro de 2014

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A Embaixada da República Francesa no Brasil lançou edital do Programa Assistentes Brasileiros de Língua Portuguesa na França para o ano letivo 2015-2016. O programa francês é aberto para todos os estudantes brasileiros matriculados em Letras ou em outros cursos superiores na área de ciências humanas.

Para a inscrição, o candidato deve ter completado, pelo menos, dois anos do seu curso superior até sua chegada à França e possuir conhecimento da língua francesa Nível 1B (de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas). Apenas poderão se inscrever na seleção estudantes que vivem no Brasil e estudam em instituições brasileiras.

O programa visa oferecer uma oportunidade a estudantes brasileiros de familiarização com a língua e a cultura francesa, e em troca estes deverão levar às escolas e aos estabelecimentos de ensino franceses a riqueza da Língua Portuguesa e da cultura brasileira.

Os selecionados receberão estatuto de funcionário temporário do Estado francês, e ainda terão a oportunidade extra de se inscrever em alguma universidade da França, desde que a atividade ou o curso não atrapalhem a função de assistente, de 12 horas semanais.

–– Inscrições do programa de Língua Portuguesa na França ––
Os formulários poderão ser consultados e retirados do sítio do CIEP – Centro Internacional de Estudos Pedagógicos (do governo francês), onde cada candidato poderá indicar a cidade de sua preferência de acordo com as academias escolares participantes do programa.

As instituições brasileiras serão as responsáveis pelas decisões sobre os locais onde serão selecionados os candidatos. Os estudantes interessados deverão enviar seu dossiê a ser recepcionado pelo Serviço de Cooperação e Ação Cultural da França até o dia 3 de dezembro de 2014.

O programa, de cunho bilateral, está a cargo do Ministério da Educação Nacional francês, que determina, todos os anos, por volta do mês de março, o número de vagas para os assistentes de línguas estrangeiras atribuídos a cada país. Em 2014, 18 vagas foram ofertadas para os assistentes da Língua Portuguesa no Brasil. O programa terá a permanência de sete meses de duração, de 1º de outubro de 2015 a 30 de abril de 2016.

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–– Extraído do CIEP – Centro Internacional de Estudos Pedagógicos (Paris, França) ––

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Embaixadores homenageiam a Durão Barroso na despedida da Comissão Europeia

In O Mundo de Língua Portuguesa on 13 de Novembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , ,

Da Agência Lusa

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Na última semana de seu mandato à frente do Executivo da União Europeia, José Manuel Durão Barroso almoçou com embaixadores e chefes de missões diplomáticas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que no final lhe ofereceram um livro com testemunhos de chefes de Estado e de Governo sobre os 10 anos de “Um Europeu Lusófono” à frente da Comissão Europeia.

“Obrigado pela surpresa com esta publicação, onde tenho depoimentos de todos os chefes de Estado, e é sem dúvida uma das coisas que vou guardar com mais atenção e com mais carinho depois destes 10 anos à frente da Comissão Europeia”, afirmou Durão Barroso, dirigindo-se aos embaixadores no final do encontro.

O livro de depoimentos inclui testemunhos dos chefes de Estado de Angola, José Eduardo dos Santos; do Brasil, Dilma Rousseff; de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca; de Moçambique, Armando Guebuza; de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa; de Timor-Leste, Taur Matan Ruak; e da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva.

Também deixaram testemunhos os primeiros-ministros da República Portuguesa, Pedro Passos Coelho; da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira; de Cabo Verde, José Maria Neves; de São Tomé e Príncipe, Gabriel Costa; e do Timor-Leste, Xanana Gusmão.

Os antigos presidentes Pedro Pires (de Cabo Verde), Joaquim Chissano (de Moçambique), Fradique de Menezes (de São Tomé e Príncipe) e José Ramos-Horta (do Timor-Leste) também contribuem com os seus depoimentos para o livro, coordenado por Sónia Neto, uma das responsáveis pelas relações da Comissão Europeia com os países de Língua oficial portuguesa no gabinete de conselheiros de política europeia do presidente da Comissão.

Falando em nome dos embaixadores, Maria de Jesus Mascarenhas, antiga chefe de missão de Cabo Verde, comentou que esta era “uma muito justa homenagem”, para “um europeu de primeira linha, mas um europeu lusófono também, e que durante toda a vida, e não só aqui na presidência [da Comissão Europeia], desempenhou um papel particularmente importante para os países de Língua Portuguesa, e para os PALOP também em particular”.

–– Um trabalho “por uma visão lusófona na Comissão Europeia” ––
Durão Barroso apontou que foi “com muito orgulho” que trabalhou durante estes 10 anos de novembro de 2004 a outubro de 2014 “por uma visão lusófona também na Comissão Europeia e na União Europeia”.

Ele indicou que, durante a reunião de trabalho, foram evocados alguns “desses objetivos e dessas realizações”, como por exemplo o Programa Indicativo Regional multilateral específico para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PIR-PALOPs), a delegação da União Europeia em Timor-Leste, o estabelecimento de uma parceria estratégica entre a União Europeia e o Brasil, e a “atenção para que a Guiné-Bissau, mesmo durante momentos muito difíceis, não saísse do radar da atenção internacional” e tivesse apoio.

“Muito obrigado por esta ocasião em que me foi permitido dizer não ‘adeus’, mas um ‘até breve’. Tenho a certeza que durante as nossas vidas ainda nos vamos encontrar, e continuar a trabalhar por valores que são muito importantes para a Europa e para a Lusofonia”, concluiu.

José Manuel Durão Barroso foi o 11º presidente da Comissão Europeia. Criada em 1958, a Comissão propõe e executa as leis e tratados no âmbito dos Estados membros da União Europeia.

Antes de estar à frente do mais alto cargo executivo da União Europeia, ele foi primeiro-ministro da República Portuguesa entre abril de 2002 e julho de 2004. Foi sucedido no cargo máximo da Europa em 1 de novembro pelo antigo primeiro-ministro do Grão-Ducado do Luxemburgo, Jean-Claude Juncker.  :::

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–– Extraído da Agência Lusa ––

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Suíça: “Português em África Hoje”, em conferência na Universidade de Zurique

In Língua Portuguesa Internacional,Lusofonia e Diversidade,O Mundo de Língua Portuguesa on 11 de Novembro de 2014 por ronsoar Tagged: , , , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal)
10 de novembro de 2014

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Uma conferência e uma oficina de trabalho dedicadas ao tema ‘Português em África Hoje’, sob orientação da professora Perpétua Gonçalves, da Universidade Eduardo Mondlane (de Maputo, Moçambique), realizam-se nos dias 13 e 14 de novembro de 2014 na Universidade de Zurique, Suíça.

O evento na Suíça conta com a organização do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e o Instituto de Línguas Românicas da Universidade de Zurique, no âmbito do Protocolo entre o Camões e o Programa Interuniversitário de Doutoramento em Iberorromanística.

A jornada será dedicada a diversos aspetos da realidade cultural de países africanos de Língua Portuguesa, estando previstas comunicações sobre variedades africanas do português, literaturas africanas em língua portuguesa e características sociais destes países.

A oficina de trabalho na área da linguística será orientada pela especialista Perpétua Gonçalves, tendo por base os tópicos “Variedades africanas do português” e “A formação da variedade moçambicana do português”.

Os trabalhos decorrem dia 13, das 14 horas e 15 às 18 horas, e dia 14 de novembro, das 10 às 12 horas.

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Itália: colóquio sobre dinâmicas interculturais entre os países de Língua Portuguesa

In Lusofonia e Diversidade,O Mundo de Língua Portuguesa on 27 de Outubro de 2014 por ronsoar Tagged: , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal)

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Entre os dias 29 e 31 de outubro de 2014, será realizado em Pisa, na Itália, o colóquio intitulado Jogos de Espelhos – Modelos, Tradições, Contaminações e Dinâmicas Interculturais nos/entre os Países de Língua Portuguesa, a reunir mais de 75 oradores, entre investigadores e docentes italianos, portugueses e brasileiros.

O evento decorrerá no Departamento de Filologia, Literatura e Linguística da Universidade de Pisa, e é uma iniciativa da Associação Italiana de Estudos Portugueses e Brasileiros, apoiada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

O objetivo é o estudo sobre a circulação de pessoas, ideias, livros, métodos e modelos no espaço lusófono e as suas interações com o resto do mundo, através das literaturas, das culturas, da Língua Portuguesa e das línguas locais das nações lusófonas.

Uma seção será dedicada às investigações em curso, principalmente pensada para os estudantes de mestrado, doutoramento ou pós-doutoramento.

Também serão abordadas as políticas linguísticas para as línguas locais e a gestão policêntrica da Língua Portuguesa, além de assuntos ligados à linguística histórica e sincrónica e à tradução.

Paralelamente ao colóquio, haverá projeção de reportagens e filmes inéditos em Itália, encontros com os escritores David Machado (de Portugal) e Flavia Simonelli (do Brasil) e uma exposição fotográfica de Fausto Giaccone sobre a região portuguesa do Alentejo.

E serão lembrados no colóquio os 40 anos da Revolução dos Cravos – o movimento militar de 25 de abril de 1974 que conduziu Portugal à democracia. Em referência a este importante fato da história da Lusofonia, o programa cultural inclui o espetáculo da cantora italiana de fado Isabella Mangani – baseado na obra literária Afirma Pereira (1994), do escritor Antonio Tabucchi (1943-2012) – denominado Venti Garofani Rossi.  :::

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• Mais informações no sítio do colóquio Jogos de Espelhos, de 29 a 31 de outubro, da Universidade de Pisa, Itália (em português e italiano):
<http://www.giochidispecchiaispeb.wordpress.com>

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua (Portugal) ––