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Ilha de Moçambique terá Centro do Património Cultural dos países da África lusófona

In Lusofonia e Diversidade, O Mundo de Língua Portuguesa on 11 de Julho de 2014 by ronsoar Tagged: , , , , ,

Extraído da Agência de Informação de Moçambique

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A vila municipal da Ilha de Moçambique, na província de Nampula, será a sede do Centro de Gestão do Património Cultural da Humanidade nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), segundo anunciou o ministro da Cultura de Moçambique, Armando Artur.

O governante explicou que a criação do organismo de âmbito continental visa acelerar os mecanismos de coordenação para a implementação de ações para a restauração do património tangível e intangível existente de toda a África lusófona.

Armando Artur, que falava no seminário internacional de formação de especialistas dos PALOP em matéria de prevenção de riscos nos locais considerados património mundial, apelou a cooperação com os organismos das nações africanas de Língua Portuguesa com vista ao aprofundamento dos termos de referência para a criação do referido centro.

A criação do centro dos PALOP envolve os respectivos governos e, recentemente, o do Brasil através do Centro Lúcio Costa, do Ministério da Cultura daquele país, uma instituição de renome no contexto da promoção e valorização da cultura.

A Ilha de Moçambique, reconhecida em 1991 como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

A localidade beneficia de um programa de gestão e conservação do seu património material e imaterial, ação que conta com os auspícios de países como Espanha, Japão, Noruega e Portugal, através da disponibilização de recursos financeiros e técnicos, para a prossecução desses trabalhos.

Estas ações são dinamizadas pelo Gabinete de Conservação da Ilha de Moçambique (Gacim), tutelado pelo Ministério da Cultura moçambicano.

Armando Artur referiu na ocasião que muito ainda há por fazer, principalmente para manter a integridade física do património edificado na Ilha de Moçambique, único local do país neste momento inscrito na lista do Património Mundial sob gestão da UNESCO.

A vila de Moçambique é uma cidade insular da província de Nampula, no norte do país. Foi a sua primeira capital e foi distinguida pela UNESCO por sua rica história e por seu legado arquitetónico único.

O nome, embora muitos das populações nativas chamem Muipiti, parece derivar de Mussa ben Bique, Mussa bin Bique ou Mussa al-Mbique, personagem de quem pouco se conhece.

A ilha é ligada ao continente por uma ponte de cerca de três quilómetros na entrada da Baía de Mossuril, construída na década de 1960, época em que Moçambique ainda era uma antiga “Província Ultramarina” do Império Português. :::

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–– Extraído da Agência de Informação de Moçambique ––

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