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Países africanos da Lusofonia lançam o Fórum PALOP

In Lusofonia e Diversidade, O Mundo de Língua Portuguesa on 7 de Julho de 2014 by ronsoar Tagged: , , , ,

Do jornal digital iOnline (Portugal) e da Agência Lusa

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:::  A Cimeira, que elegeu o chefe de Estado angolano José Eduardo dos Santos para presidir o Fórum, até 2016, apelou à comunidade internacional para prestar apoio à realização de programas de desenvolvimento e à criação de um fundo de emergência para a Guiné Bissau.  :::

Luanda — Os cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) constituíram, no dia 30 de junho, na capital angolana, Luanda, o Fórum PALOP, para dar maior afirmação aos interesses das nações lusófonas da África, mas cujos chefes de Estado do outrora “Grupo dos Cinco” não se reuniam há 22 anos.

O Projeto de Declaração Constitutiva do Fórum dos PALOP (Estatutos dos PALOP) tem como principais objetivos a concertação político-diplomática sobre questões internacionais ou de interesse de cada um dos cinco países, o aprofundamento das relações de amizade e de ajuda mútua, a promoção da cooperação em todos os domínios e a promoção dos princípios democráticos e do Estado de direito, da boa governação e do respeito pelos direitos humanos.

A Cimeira dos PALOP, que elegeu o presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, para presidir o Fórum até 2016, apelou à comunidade internacional para prestar apoio à realização de programas de desenvolvimento e à criação de um fundo de emergência para a Guiné-Bissau.

A Guiné-Bissau realizou no início de junho eleições presidenciais consideradas justas e transparentes, ganhas em duas voltas pelo presidente José Mário Vaz.

O Fórum PALOP também acolheu a disponibilidade de Cabo Verde para receber a próxima Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo dos PALOP, prevista para 2016.

–– Fórum PALOP: um órgão complementar à CPLP ––
A ideia de se criar um fórum de alto nível para as cinco nações lusófonas da África foi apresentada em Adis-Abeba, Etiópia, à margem da Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, ocorrida em Malabo, na Guiné Equatorial.

A inciativa visa dar “força jurídica” para que se possa institucionalizar o Fórum PALOP, congregando Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

A ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de São Tomé e Príncipe, Natália Umbelina Neto, declarou que o antigo “Grupo dos Cinco”, agora denominado Fórum PALOP, “nunca será um embaraço para a CPLP”, mas sim “um elemento de complementaridade para a fortalecer”.  :::

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–– Extraído do jornal digital iOnline (Portugal) e da Agência Lusa ––

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