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Moçambique: mestrado de intérprete para carreira em organizações internacionais africanas

In Defesa da Língua Portuguesa, Língua Portuguesa Internacional on 21 de Dezembro de 2013 by ronsoar Tagged: , , , , ,

Do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua
6 de dezembro de 2013

A Universidade Pedagógica de Moçambique, em Maputo, oferecerá mestrado para formar intérpretes de conferências a serviço de organismos internacionais.
 

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As organizações africanas e internacionais necessitam de intérpretes de Língua Portuguesa, e o Mestrado em Interpretação de Conferência da Universidade Pedagógica de Moçambique (UPM), com sede em Maputo, abriu candidaturas para a sua segunda edição, uma oportunidade para quem domina também inglês e/ou francês e ambiciona fazer uma carreira internacional.

Os primeiros diplomados do mestrado de dois anos trabalham para a União Africana, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) e a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), entre outras organizações africanas.

O prazo da terceira chamada das candidaturas ao Mestrado em Interpretação de Conferência termina a 15 de janeiro, decorrendo a formação entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015.

O curso da UPM tem o apoio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, da Direção Geral de Interpretação da Comissão Europeia – no âmbito do Projeto Africano de Interpretação de Conferência e de Tradução – e da Organização das Nações Unidas.

Os interessados, que terão de apresentar um conjunto de documentação na apresentação da candidatura junto da UPM, serão submetidos a um processo de seleção, compreendendo exames escritos e orais, que se prolonga até 14 de fevereiro de 2014.

A Interpretação de Conferência diz respeito à “transposição oral de uma mensagem de uma língua para a outra, com naturalidade e fluência, em contexto de Conferência”, explicam os promotores do curso.

O mestrado em questão tem uma orientação “profissionalizante” e a formação é “prática, intensiva e interativa”. O estudante, a quem é exigida uma licenciatura em qualquer área, pode optar pela combinação inglês-português, francês-português ou inglês-português-francês.

A parte letiva, ministrada presencialmente e por módulos na Faculdade de Ciências da Linguagem, Comunicação e Artes (FCLCA) da UPM, é composta por cadeiras de especialização técnica (interpretação consecutiva e interpretação simultânea), cadeiras de língua e cadeiras de deontologia, cultura e política. O curso termina com um exame prático profissionalizante.  :::

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–– Extraído do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua ––

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