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Portugal pede compromisso internacional pela estabilidade na Guiné-Bissau

In O Mundo de Língua Portuguesa on 31 de Março de 2013 by ronsoar Tagged: , , , ,

Da Agência Lusa
27 de março de 2013

Na Assembleia Geral da ONU, Portugal apelou à comunidade internacional pela “estabilidade e desenvolvimento” da Guiné-Bissau.
 

Portugal apelou na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, no último dia 27, a um “compromisso” da comunidade internacional com a “estabilidade e desenvolvimento” na Guiné-Bissau, para que acompanhe a normalização interna do país.

“A reposição da ordem constitucional tem de ser acompanhada de um compromisso da comunidade internacional em relação à estabilidade e desenvolvimento” da Guiné-Bissau, disse no plenário da Assembleia Geral o encarregado de negócios da missão de Portugal na ONU, Luís Gaspar da Silva.

Falando no debate anual da Assembleia Geral sobre a Comissão de Consolidação da Paz (CCP), Gaspar da Silva defendeu que este organismo deve dar apoio político ao gabinete da ONU na Guiné-Bissau. O modelo de operação do gabinete da CCP está a ser revisto, na sequência da nomeação do novo enviado especial, o ex-presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta.

–– Ramos-Horta visita Supremo Tribunal de Justiça guineense ––

José Ramos-Horta, representante de Ban Ki-Moon e das Nações Unidas na Guiné-Bissau, encontrou-se com o presidente do Supremo Tribunal de Justiça guineense, Paulo Sanhá.
 

Uma semana antes, no dia 21, José Ramos-Horta, na qualidade de Representante Especial do Secretariado-Geral das Nações Unidas para a Guiné Bissau, efetuou visita de cortesia ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) guineense, Paulo Sanhá.

Na ocasião, Ramos-Horta entregou a Paulo Sanhá exemplares da nova edição da Coletânea Fundamental de Direito Penal e Legislação Complementar elaborada pelo gabinete da ONU na Guiné-Bissau. Com mais de 556 páginas, a coletânea jurídica reúne “uma grande variedade de áreas temáticas de natureza adjetiva e substantiva do direito penal”, com prefácio da ex-presidente do STJ guineense, Maria do Céu Silva Monteiro.

–– Cooperação Portuguesa reabilita escola para cegos na Guiné-Bissau ––

 

A Cooperação Portuguesa na Guiné-Bissau financiou a reabilitação e ampliação da Escola Bengala Branca, de Bissau, um projeto que custou 231 mil euros e que vai servir mais de 300 alunos que aprendem a Língua Portuguesa, dos quais cem possuem dificuldades visuais.

O apoio, através do Ministério da Solidariedade e Segurança Social da República Portuguesa, permitiu a reabilitação de três salas de aula e das respectivas instalações sanitárias, bem como a construção de outras três salas e mais cinco sanitários.

Segundo fonte da Cooperação Portuguesa, foram ainda construídos mais quatro gabinetes de direção, duas oficinas de formação profissional, uma cozinha e uma biblioteca nova, cheia de livros – muitos deles com versão em braile. A escola também ganhou um espaço de convívio e um pátio interno ajardinado em uma área de cerca de 400 metros quadrados. O governo português ofereceu também mesas e cadeiras para as salas de aula e de oficinas.

A Escola Bengala Branca pertence à Associação Guineense de Reabilitação e Integração dos Cegos (Agrice), que faz parte de 18 associações da sociedade civil integrantes da Rede de Proteção Social da Guiné-Bissau, apoiada pela Cooperação Portuguesa.  :::

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–– Extraído da Agência Lusa ––

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