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Reforço da cooperação linguística entre França e Portugal

In Defesa da Língua Portuguesa, O Mundo de Língua Portuguesa on 23 de Janeiro de 2013 by ronsoar Tagged: , , , ,

Do portal do deputado Pascal Cherkis
da Assembleia Nacional da França
21 de janeiro de 2013

O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho e o presidente francês, François Hollande: declaração conjunta em defesa do ensino das línguas francesa e portuguesa. 

O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho e o presidente francês, François Hollande: declaração conjunta em defesa do ensino das línguas francesa e portuguesa.
 

O presidente francês, François Hollande, declarou-se favorável ao ensino da língua francesa em Portugal e ao ensino da Língua Portuguesa em França.

A declaração ocorreu durante a visita a Paris do primeiro-ministro da República Portuguesa, Pedro Passos Coelho, no último dia 17 de janeiro.

Nesse dia, Pedro Passos Coelho visitou as instalações do Centro Calouste Gulbenkian em Paris, inaugurada no final de 2011, e a exposição Artistas Poetas, Poetas Artistas – Poesia e Artes Visuais do Século XX Português.

Em seguida, esteve na Embaixada de Portugal em Paris, onde entregou as primeiras bibliotecas do Plano de Incentivo à Leitura, desenvolvido pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, junto da rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE).

Aqui está um trecho da declaração conjunta feita no Palácio do Eliseu, em Paris – a residência oficial da presidência da República Francesa:

*              *              *

Declaração Conjunta do Presidente da República
e de Pedro Passos Coelho, Primeiro-Ministro de Portugal
Palácio do Eliseu – quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

“Primeiramente, felicitámo-nos por nossas relações bilaterais. Entre França e Portugal, há relações fundadas sobre a história, sobre uma cultura comum e também sobre homens e mulheres que migraram em um dado momento, radicaram-se na França, formaram famílias e, por vezes, retornaram a Portugal. Temos 500 mil habitantes portugueses em França que podem ter dupla nacionalidade. Se forem contados os descendentes, representam um milhão e meio de pessoas. Isto significa que estamos ligados por essas forças humanas que contribuíram para o que a França é hoje.

Também destacámos sobre as nossas línguas – a portuguesa, e também a francesa – que devem ser ensinadas em nossos dois países, para que possamos manter ao mesmo tempo as ligações e o sentido desta relação excepcional.”  :::

*              *              *

.
Extraído do portal do deputado da Assembleia Nacional da França, Pascal Cherkis.
Publicado em: 21 jan. 2013.

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