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Angola: província de Huíla com laboratório para ensino de línguas

In Lusofonia e Diversidade on 11 de Outubro de 2012 by ronsoar Tagged: , , ,

Domingos Mucuta, de Lubango
Do Jornal de Angola
8 de outubro de 2012

Em verde claro, a província de Huíla, e sua capital, Lubango.

O primeiro laboratório de linguística do Instituto Médio de Economia do Lubango (IMELub) começa a ser instalado a partir do próximo mês de novembro, anunciou, na semana passada, o diretor da instituição de ensino público.

Belinho Alberto disse que a criação do laboratório no IMELub é a concretização das recomendações de seminários técnico-científicos e didáticos, tendo em vista melhorar o processo de ensino e aprendizagem das línguas portuguesa, inglesa e francesa.

“Chegámos à conclusão de que há um certo insucesso no processo de aprendizagem das línguas, tanto da Língua Portuguesa como das estrangeiras. Surgiu, então, a ideia de abrir este laboratório para facilitar a transmissão de conhecimentos no domínio linguístico”, sustentou.

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O projeto, apoiado pela Direção Nacional do Ensino Médio Técnico, é pioneiro nas instituições angolanas do ensino médio e esta iniciativa pode, na sua opinião, ser adotada por outros institutos médios espelhados pelo país.

Edifício do IMELub, em Lubango.

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Os pormenores do projeto vão ser apresentados pela equipa da coordenação de linguística nas Primeiras Jornadas Técnico-Científicas do IMELub, marcadas para o período de 29 de outubro a 1 de novembro. “Depois desta apresentação, vamos passar à montagem efetiva do laboratório, que consideramos um valor acrescentado no ultrapassar do problema do ensino das línguas. Acreditamos que no próximo ano letivo já vai ser utilizado pelos estudantes”, garantiu.

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Belinho Alberto disse que a direção também se propõe criar um laboratório para estágio dos alunos finalistas, usando as novas tecnologias de informação e comunicação e logiciais (softwares) específicos, como de contabilidade, gestão, estatística e outros. O instituto conta atualmente com sete laboratórios.

O diretor considerou aceitável o perfil de saída dos jovens ali formados, uma vez que não têm tido dificuldade em arranjar emprego em empresas públicas e privadas, após um estágio. “Estamos a formar quadros com competência exigida no mercado de emprego. Reconhecemos que podemos fazer mais e lamentamos a insuficiente capacidade de absorção das empresas, para atender o número de jovens formados anualmente”, referiu.

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MUCUTA, Domingos. Huíla com laboratório para ensino de línguas.
Extraído do Jornal de Angola – Luanda, Angola.
Publicado em: 08 out. 2012.

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