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Angola: cresce a presença internacional da Língua Portuguesa no mundo

In Defesa da Língua Portuguesa, Língua Portuguesa Internacional on 5 de Julho de 2012 by ronsoar Tagged: , , ,

Do portal da Agência AngolaPress
Luanda, Angola
4 de julho de 2012

Rui Mangueira: “A Língua Portuguesa é cada vez mais influente nas instâncias internacionais”.
 

A consolidação da Língua Portuguesa em nível internacional tem contribuído para a sua progressiva afirmação no cenário mundial, disse na terça-feira, 3 de julho, o secretário de Estado angolano das Relações Exteriores, Rui Mangueira.

O secretário de Relações Exteriores disse isso na abertura do Colóquio do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) sobre “A Língua Portuguesa nas Organizações Internacionais“, a decorrer em Luanda até 5 de julho.

Rui Mangueira acrescentou que o Português é uma das línguas mais faladas no mundo, utilizada como oficial em nove países, integrados em moldes geopolí-ticos e culturais com características múltiplas.

Ele disse que os Estados que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) têm assumido uma participação ativa em várias instâncias internacionais, em operações humanitárias e missões de manutenção da paz ao nível global.

Deste modo, os países da Lusofonia são um contribuinte significativo nas diferentes organizações internacionais; daí que é natural a expectativa de que a Língua Portuguesa ocupe um lugar correspondente à sua importância no contexto mundial.

“A Língua Portuguesa é usada como uma ferramenta de trabalho ou de documentação em mais de duas dezenas de organizações internacionais, tanto em nível regional como intercontinental”, disse o secretário.

Participaram da cerimônia de abertura do evento: Rosa Cruz e Silva, ministra da Cultura de Angola; o professor e linguista brasileiro Gilvan Müller de Oliveira, diretor executivo do IILP; e o escritor e ensaísta angolano Luís Kandjimbo, representante do Secretariado Executivo da CPLP e diretor de ação cultural da organização, entre outros convidados.

Rosa Cruz e Silva, ministra da Cultura de Angola; Gilvan Müller de Oliveira, diretor executivo do IILP;
e Luís Kandjimbo, do Secretariado Executivo da CPLP.

Sobre a difusão da Língua Portuguesa no mundo
O Colóquio de Luanda do IILP tem como objetivo identificar as organizações internacionais com maior potencial para o desenvolvimento da Língua Portuguesa e desenvolver estratégias para cada caso, assim como propor linhas para a materialização de um projeto que permita o crescimento da Língua no seio das organizações internacionais com os mais diferentes perfis.

O evento, disse Rui Mangueira, ocorre em um momento particular no qual todos os países da CPLP procuram estabelecer formas de cooperação efetiva entre a Língua Portuguesa e as demais línguas nacionais existentes no território dos Estados da organização, tal como reza a Declaração Constitutiva da CPLP, feita em 17 de julho de 1996.

Deste modo, ele vem concluir um conjunto de quatro eventos desta natureza direcionados para a promoção e difusão da Língua Portuguesa no mundo, inseridos no Plano de Ação de Brasília, de março de 2010.

Rui Mangueira disse ainda que estima-se hoje que a Língua Portuguesa possui por volta de 200 milhões de falantes, um número que corresponde a cerca de 6% da população mundial.

Defendeu que, apesar de a descontinuidade geográfica ser aparentemente uma desvantagem pelas restrições ainda existentes em termos de circulação dos cidadãos dos Estados-membros da CPLP, há igualmente vantagens por cada um destes Estados estar inserido em diferentes organizações internacionais e, em quase todas elas, a Língua Portuguesa ser já uma língua de trabalho.

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— Extraído do portal da Agência AngolaPress —

Uma resposta to “Angola: cresce a presença internacional da Língua Portuguesa no mundo”

  1. Em relação a evolução e o desenvolvimento da Língua Portuguesa neste século, abraçamos um ao outro a dispersarão e ultrapassarão as fronteiras da dominação da LP verticalmente e ou horizontalmente. De acordo com o meu ver, para que a aselerar a dispersão do uso da Língua Portuguesa para novos falantes em conquista de seu domínio, seria melhor o sistema de leccionamento não seja concentrado rigorosamente no microlinguístico, mas sim, ter de uma ação dinámica no contexto de macrolinguístico. Em termo no uso, seria possível, transplantaria o português aos falantes conquistadas.

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